terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Príncipe William e Kate Middleton tiram fotos oficiais de noivado

Kate teria feito sua própria maquiagem para os cliques do fotógrafo Mario Testino


Redação CORREIO
Príncipe William e Kate Middleton posaram para as lentes de Mario Testino, responsável por fazer as fotos oficiais do noivado. As imagens foram feitas em diversos locais, entre eles a residência do Príncipe Charles. De acordo com a revista "People", Kate fez sua própria maquiagem para as fotos.
Em comunicado oficial, o fotógrafo comentou o ensaio. "Estou muito feliz por ter sido convidado para cobrir este momento histórico que o mundo inteiro estava esperando. Eles estão no auge da felicidade. Sinto muita alegria em vê-los juntos." As informações são do G1.
 Príncipe William e Kate Middleton posam para fotos oficiais antes do casamento

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dilma se reúne com Nelson Jobim na Granja do Torto

Ministro da Defesa é cotado a permanecer no cargo no futuro governo.
Presidente eleita e Jobim devem tratar ainda da compra de caças.

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília
A presidente eleita, Dilma Rousseff, se reúne na tarde desta segunda-feira (6) com o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Ele chegou à Granja do Torto, residência de Dilma no período de transição, às 14h45.

Jobim é cotado a permanecer no cargo no futuro governo. Apesar de ser do PMDB, a indicação de Jobim faria parte da “cota pessoal” de Dilma e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o presidente do partido, Michel Temer (PMDB-SP).
Dilma e o ministro da Defesa também podem conversar sobre a compra de caças para a Força Aérea Brasileira. Suécia, Estados Unidos e França disputam a venda das aeronaves ao Brasil. Em entrevistas, o presidente Lula afirmou que tomaria a decisão juntamente com Dilma e com Jobim.
O governo já manifestou preferência pelos caças Rafale, fabricados na França. Em outubro, Lula e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, tiveram uma reunião bilateral, após a cúpula do G20, em Seul, na Coreia do Sul. Após o encontro, Sarkozy manifestou otimismo em relação às negociações com o Brasil.
Reuniões
Mais cedo, a presidente eleita se reuniu com os futuros ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e da Casa Civil, Antonio Palocci. O presidente do PT, Eduardo Dutra, também participou da conversa.
As indicações de Carvalho e Palocci para o futuro ministério foram oficializadas na última sexta (3) por meio de nota divulgada pela assessoria do gabinete de transição. Na ocasião, também foi confirmado o nome do deputado Eduardo Cardozo (PT-SP) para o Ministério da Justiça.

sábado, 27 de novembro de 2010

PGR recebe pedido de sequestro dos bens de André Puccinelli e 'sustação' da diplomação para 2011

Celso Bejarano e Éser Cáceres  


                              Alessandra de Souza                            



A PGR (Procuradoria Geral da República) aprecia nos próximos dias a representação que requer o sequestro de bens do governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), o afastamento do cargo e ainda a 'sustação' da diplomação para o próximo mandato no Governo. As acusações são de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito.
Segundo a secretaria de expediente da PGR, o cadastro da representação, protocolada sob número 7589/2010, aconteceu na última terça-feira (23). A denúncia deve ser apreciada nos próximos dias e cita as declarações do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de MS, deputado estadual Ary Rigo, sobre a devolução de R$ 2 milhões do dinheiro da AL para André Puccinelli, de 62 anos.
Ary Rigo, que foi gravado durante operação da Polícia Federal, desmentiu o que falou quando não sabia que estava sendo filmado, e até agora a Assembleia não instituiu a Comissão de Ética para cobrar explicações oficiais do parlamentar. Então candidato, Rigo não foi reeleito.
André Puccinelli trocou de versão três vezes para tentar explicar o suposto 'mensalão', prometeu processar Rigo mas, segundo declaração do próprio deputado, continuou apoiando o primeiro-secretário da Assembleia na campanha.
Coincidências na ALMS
Agora, logo após a existência do suposto mensalão com dinheiro da ALMS que seria distribuido entre deputados, o governador, membros do TJ-MS e até do MPE, o presidente da Mesa Diretora do parlamento sul-mato-grossense, Jerson Domingos (PMDB) admitiu publicamente que vai passar a "sobrar dinheiro".
Às vésperas da visita do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), cuja missão é inspecionar a partir de segunda-feira o TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), corte que teria sido favorecido por um suposto mensalão conduzido pela AL (Assembleia Legislativa), a representação protocolada na PGR (Procuradoria-Geral a República) denuncia que Puccinelli também teria sido beneficiado pelo suposto mensalão.
Pela regra, o Poder Legislativo estadual devolve ao governo valores dos duodécimos que não foram gastos com as despesas da Casa. Oficialmente, não há histórico de o governo ter recebido cifra igual ou superior a R$ 2 milhões da AL.
E, pelo que disse o parlamentar, o dinheiro era entregue a Puccinelli, não ao governo.
Depois de vazar a gravação, feita sem que Rigo soubesse, ele negou o que disse, Puccinelli também.
Falsidade Ideológica
Ainda de acordo com a representação contra o governador, movida pelo presidente regional do PDT, deputado federal Dagoberto Nogueira, além da improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, Puccinelli teria praticado falsidade ideológica por ele afirmar no registro de sua candidatura “ter nascido em Campo Grande, quando é certo que este nasceu na Itália”.
Ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o governador disse ter nacionalidade brasileira (naturalizada) e onde aparece uma janela que consta a naturalidade do candidato, é citada a cidade de Campo Grande, daí o questionamento da representação.
A denúncia, protocolada no anteontem (23) na PGR, em Brasília, lança dúvidas até sobre o patrimônio do governador, declarado à corte eleitoral.
“No caso do governador ora representado, os sinais exteriores de riqueza por ele revelados na declaração de bens apresentadas ao TRE/MS, ao ensejo do pleito de registro de sua candidatura à reeleição, só por só bastam”, diz trecho do manifesto.
A representação de Dagoberto cita valores depositados nas contas de Puccinelli, que somam R$ 4.740.534,03. Somado a outros bens, como imóveis e carros, o governador reeleito possui um patrimônio de R$ 5.378.828,63.
“Ora, é público e notório que os subsídios do cargo de governador não passam de R$ 12 mil por mês. É flagrante, portanto, a incompatibilidade entre a sua renda e os valores, em moeda corrente, declarados à Justiça Eleitoral.
André Puccinelli não foi localizado para comentar a representação. À tarde, ele se preparava para viajar para Bonito, cidade que abriga um evento que reúne representantes do MPE e MPF (Ministério Público Federal) do Centro-Oeste brasileiro.
A solenidade conta com a participação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, autoridade que deve julgar a representação do presidente do PDT.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Lula defende estímulo ao crédito para população de baixa renda

O Globo - ‎há 11 horas‎
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira a ampliação do microcrédito a pessoas de baixa renda para estimular o crescimento do país ea inclusão social. Em discurso na abertura de seminário sobre inclusão financeira ...
Lula critica grande devedor Diário do Nordeste
Pernambuco.com - DCI - R7 - G1.com.br

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

PF DESMENTE DISCURSO DE SERRA: Como resultado de 18 meses de Investigação, PF desmantela quadrilha internacional de tráfico de drogras em MS, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais



Operação da PF contra tráfico cumpre mandados em MS e três estados

G1/HR

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (17) mandados de prisão e de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul e três estados – São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais - para desmantelar uma quadrilha formada por brasileiros, colombianos, bolivianos e europeus, baseada na capital paulista, especializada no tráfico internacional de entorpecentes.

As investigações da Operação Deserto começaram há 18 meses e contaram com a cooperação de organismos policiais de países da América do Sul e Europa. A PF cumpre 50 mandados de prisão temporária, com prazo inicial de 30 dias, e mais 38 mandados de busca e apreensão.

Durante as investigações, 21 pessoas foram presas em flagrante e foram apreendidos 2.355 quilos de cocaína; produtos químicos e maquinários destinados à preparação e adulteração de drogas; armas e munições, incluindo armamento bélico - dez granadas anti-tanque; 33 veículos; uma aeronave avaliada em R$ 250 mil; e aproximadamente R$ 500 mil.

Segundo a Polícia Federal, a droga vinda da Bolívia era enviada para a Europa e África. O produto também era, em menor escala, distribuído no Brasil

Durante as investigações, foi verificada a existência de quatro células que, de maneira permanente e coordenada, articulavam-se na tentativa de garantir o sucesso da empreitada. A primeira célula é formada pelos fornecedores da cocaína na Bolívia, local de armazenamento até que houvesse a remessa para o Brasil. Dois irmãos colombianos residentes em Santa Cruz de La Sierra atuavam intensamente nessa fase, segundo a PF.

A segunda célula é constituída pelos compradores da droga, traficantes brasileiros e estrangeiros, com atuação concentrada nos grandes centros, especialmente na cidade de São Paulo. A terceira célula coordenava os negócios do grupo no Brasil e tinha como gerente um advogado que trabalhava como assessor parlamentar na região de São José do Rio Preto, no interior paulista. O suspeito seria, segundo a polícia, homem de confiança dos irmãos colombianos que chefiam o grupo.

A quarta célula seria integrada pelos intermediários, formando uma rede de colaboradores, que atuavam no transporte aéreo e terrestre da cocaína e na guarda do entorpecente antes da entrega aos compradores.

Os presos serão indiciados, de acordo com suas participações, pelos crimes de tráfico internacional de cocaína, precursores químicos e maquinários destinados à preparação e adulteração da droga; associação para o tráfico; financiamento do crime de tráfico; e tráfico internacional de arma de fogo de uso restrito.
[Imprimir]

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Rédea curta para evitar reajustes: Equipe da presidente eleita vai trabalhar para coibir aprovação de leis no Congresso que signifiquem aumentos de gastos

 
Equipe da presidente eleita vai trabalhar para coibir aprovação de leis no Congresso que signifiquem aumentos de gastos


A primeira reunião entre a equipe da presidente eleita, Dilma Rousseff, e ministros do governo Lula é um banho de água fria naquelas categorias que circulam pelo Congresso Nacional em busca de reajustes salariais. Com os gastos públicos no limite, a ordem é evitar aprovação de qualquer projeto que represente aumento de despesa, inclusive o que trata do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que passarão a receber R$ 26,7 mil a partir de fevereiro. ´Vamos trabalhar para que não se aprove projetos de impacto orçamentário`, contou ao Correio o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que participou da reunião da transição e hoje tratará do assunto com os líderes do governo no Congresso.

Michel Temer comandou primeira reunião da equipe de transição em Brasília Foto: Antonio Cruz/ABr
O relato sobre a situação das contas públicas foi feito pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Da parte do governo Lula, estava ainda Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente da República. A presidente eleita não participou. Daequipe de Dilma, além do vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB), estavam o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e os responsáveis pelo desenho da parte econômico-administrativa da transição, os deputados Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo (PT), que ficarão no Brasil trabalhando nas contas enquanto a presidente eleita estará em Seul com o presidente Lula. A conversa durou menos de duas horas.

A situação relatada por Paulo Bernardo foi a de que não há folga orçamentária para o ano que vem e que o novo governo terá que fixar prioridades, ou seja: aumentar o salário de categorias que já têm uma boa remuneração ou investir em atividades-fim do governo. Pela conversa que Dilma teve com Lula na noite de domingo, relatada numa primeira reunião a Palocci, Dutra e Temer, a ordem é evitar a criação de novas despesas e mesmo de novos cargos comissionados e tribunais, muitos de iniciativa do próprio governo, e optar por ações mais efetivas do ponto de vista político e social. ´Esse tema não foi tratado, mas nãoestá dispensado`, afirmou o vice-presidente Michel Temer, porta-voz oficial da reunião.

Temer não entrou em detalhes sobre o reajuste do mínimo, mas a ideia é não dar à oposição o discurso de que Serra daria R$ 600 e Dilma ficou apenas com a correção da inflação. Até porque, se não der um algo mais agora, em 2012 o aumento terá que ser maior por causa da variação do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, que é usado para determinar o reajuste. Sendo assim, a ideia é antecipar um pouco do aumento do mínimo de 2012 para 2011.

Torcida
Como presidente da Câmara, Temer evitou falar que a reunião tratou de barrar projetos que representem aumento de gastos. Disse apenas que o Orçamento foi discutido, mas não entrou em detalhes. Dilma não deu entrevistas. Ela viajou ontem à noite para a Coreia do Sul, onde desembarca amanhã para integrar a comitiva do presidente Lula. É nesta viagem que ela elencará as prioridades e definirá quem do atual governo permanecerá no primeiro escalão, pelo menos em 2011. ´A torcida é amesma, mas os times são diferentes. Não vai dar para manter todo mundo`, contou um dos mais fiéis colaboradores da futura presidente.

Além das questões econômicas e de composição de governo, Dilma está preocupada ainda com os gargalos de infraestrutura e de crescimento.

Dilma Rousseff encaminha trabalho de transição de governo


Jornal da Band

pauta@band.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está a caminho de Moçambique, onde faz escala antes de seguir para a reunião do G-20 na Coréia do Sul. A presidente eleita Dilma Rousseff viaja direto para Seul, onde vai se encontrar com Lula. Antes de embarcar, ela encaminhou o trabalho da transição de governo.

Após quatro dias de descanso, Dilma Rousseff recebeu a equipe de transição em casa e orientou os coordenadores, que seguiram depois para o QG da mudança de governo. Representando o governo Lula estavam os ministros do planejamento, Paulo Bernardo, Alexandre Padilha, das relações institucionais, e Carlos Esteves Lima, da Casa Civil. A presidente eleita quer saber o que vai ter em caixa, para planejar os gastos em 2011.

Por enquanto, não se fala em anúncio de novos ministros. No comando da transição, o ex-minisitro Antônio Palocci e o deputado José Eduardo Cardozo vão cuidar da parte administrativa. Já Michel Temer e o presidente do PT, José Eduardo Dutra, ficam com as questões políticas.

Dilma Rousseff embarca nesta noite em um voo comercial para Seul, na Coréia do Sul, onde vai encontrar o presidente Lula e participar do G20. Na condição de convidada, Dilma vai representar o Brasil juntamente com Lula. O principal tema em discussão será a guerra cambial entre Estados Unidos e China, que tem afetado o Brasil com a desvalorização do dólar e a consequente redução das exportações de produtos brasileiros.

Enquanto ela estiver viajando, assessores farão a mudança de Dilma Rousseff. A presidente eleita vai deixar a casa alugada pelo PT e a partir de sábado passará a viver na Granja do Torto. Ontem, ela recebeu as chaves e fez uma inspeção na nova residência, acompanhada pela primeira dama Marisa Letícia.