segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Dilma Rousseff encaminha trabalho de transição de governo


Jornal da Band

pauta@band.com.br

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está a caminho de Moçambique, onde faz escala antes de seguir para a reunião do G-20 na Coréia do Sul. A presidente eleita Dilma Rousseff viaja direto para Seul, onde vai se encontrar com Lula. Antes de embarcar, ela encaminhou o trabalho da transição de governo.

Após quatro dias de descanso, Dilma Rousseff recebeu a equipe de transição em casa e orientou os coordenadores, que seguiram depois para o QG da mudança de governo. Representando o governo Lula estavam os ministros do planejamento, Paulo Bernardo, Alexandre Padilha, das relações institucionais, e Carlos Esteves Lima, da Casa Civil. A presidente eleita quer saber o que vai ter em caixa, para planejar os gastos em 2011.

Por enquanto, não se fala em anúncio de novos ministros. No comando da transição, o ex-minisitro Antônio Palocci e o deputado José Eduardo Cardozo vão cuidar da parte administrativa. Já Michel Temer e o presidente do PT, José Eduardo Dutra, ficam com as questões políticas.

Dilma Rousseff embarca nesta noite em um voo comercial para Seul, na Coréia do Sul, onde vai encontrar o presidente Lula e participar do G20. Na condição de convidada, Dilma vai representar o Brasil juntamente com Lula. O principal tema em discussão será a guerra cambial entre Estados Unidos e China, que tem afetado o Brasil com a desvalorização do dólar e a consequente redução das exportações de produtos brasileiros.

Enquanto ela estiver viajando, assessores farão a mudança de Dilma Rousseff. A presidente eleita vai deixar a casa alugada pelo PT e a partir de sábado passará a viver na Granja do Torto. Ontem, ela recebeu as chaves e fez uma inspeção na nova residência, acompanhada pela primeira dama Marisa Letícia.

domingo, 7 de novembro de 2010

Dilma volta da Bahia e se reúne com Lula e Temer

Presidenta eleita antecipa fim da folga e participa de reunião no Palácio Alvorada ontem à noite. Começa a transição

Brasília - Das águas quentes e relaxantes da Bahia para a tensão das negociações de transição de governo e a frieza dos números da chamada “guerra cambial”. Depois de quatro dias de férias, Dilma Rousseff começou ontem, num encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente eleito Michel Temer, uma intensa agenda de reuniões para a transição governamental e a preparação para sua viagem à cúpula do G-20, em Seul.

Dilma antecipou em um dia a volta de Itacaré (BA) para evitar o assédio de jornalistas e passou o dia em Brasília. Depois de visitar a Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência da República e para onde ela pode se mudar, a presidente eleita esteve no Palácio Alvorada, onde aconteceu o encontro com Lula e Temer. Eles trataram das diretrizes da transição.

Hoje, a presidenta participa de uma sequência de reuniões: é o início oficial dos trabalhos da equipe de transição.
Foto: Divulgação
Temer, Dilma e Lula (na foto, na festa da vitória do PT) se reuniram em Brasília | Foto: Divulgação
Na semana passada, foi definida a equipe de coordenadores políticos da transição, composta pelos deputados federais José Eduardo Cardozo e Antonio Palocci (ambos do PT-SP); pelo presidente do PT, José Eduardo Dutra; e por Temer (PMDB).

Também esta semana, o Congresso volta ao trabalho. A Câmara já estava parada há quatro meses. Em seu retorno, os deputados vão encontrar a pauta trancada por 12 medidas provisórias e pelo projeto de lei que cria o Fundo Social, trata do sistema de exploração do petróleo do pré-sal e da distribuição dos royalties do petróleo. As medidas provisórias têm prioridade de votação em relação ao pré-sal, mas o presidente Lula já deixou claro que deseja que ele seja votado ainda este ano.

No Senado, a retomada continua na dependência de um número mínimo de parlamentares em Brasília.

Para o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT), a prioridade do Congresso até o fim do ano é votar o projeto de lei do Orçamento Geral da União para 2012. Um parecer sobre o assunto pode ser votado na terça-feira, ainda prevendo o salário mínimo de 540. Dependendo de negociações do governo com sindicais, que querem um mínimo de R$ 580 em 2011, o valor pode ser aumentado.

Em meio à volta dos trabalhos de senadores e deputados, Dilma terá o importante compromisso de viajar com Lula para Seul, sua primeira viagem internacional depois de eleita, para o encontro das 20 maiores economias do mundo.

“Esta viagem é muito importante, diante da perspectiva da indústria brasileira e do balanço de pagamento, em relação ao que vai ser tratado lá. Portanto, acredito que nenhuma definição maior acontecerá esta semana, em termos de nomeações”, opina o cientista político da PUC-Rio, Ricardo Ismael.

Os coordenadores da transição

MICHEL TEMER
O futuro vice-presidente foi definido por Dutra como o principal coordenador do processo de transição

JOSÉ EDUARDO DUTRA
Terá, durante a transição da gestão Lula para a de Dilma, a tarefa de negociar com os partidos da base aliada

ANTONIO PALOCCI
Ficará responsável, ao longo das negociações, pela chamada área técnica da formação da nova equipe de governo

JOSÉ EDUARDO CARDOZO
Vai circular pelas áreas de responsabilidade de Palocci e de Dutra durante a transição

Antes do G-20, Lula visita Moçambique

Antes de chegar à cúpula do G-20, onde se encontrará com Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente brasileiro que mais vezes visitou a África como chefe de Estado, embarca hoje para Moçambique. Será a última visita a um país africano durante seu mandato.

Lula visitará entre terça-feira e quarta-feira Maputo, a capital de Moçambique, onde se reunirá com as principais autoridades do país e com empresários das duas nações. Também visitará uma uma futura fábrica de medicamentos antirretrovirais contra a Aids, que está sendo construída com a ajuda brasileira.

Ele será acompanhado pelo chefe da diplomacia brasileira, Celso Amorim, assim como pelos ministros da Saúde, José Gomes Temporão, e da Educação, Fernando Haddad.

Lula chega a Seul um dia depois de Dilma, que embarca na noite desta segunda-feira para a Coreia do Sul.

Para entender a 'Guerra Cambial'

- As negociações do G-20, começam na sexta-feira e devem ser dominadas pelas discussões em torno da chamada “guerra cambial”. Semana passada, o governo dos EUA, através de seu banco central, injetou US$ 600 bilhões nos mercados internacionais, para forçar a queda do dólar e tornar a exportação de produtos americanos mais fácil.

- A tática, que também é utilizada pela China há algum tempo, provocou reações de vários países do mundo e do Brasil — as chamadas nações emergentes estão entre as mais prejudicadas, já que suas taxas de juros são maiores que mercados tradicionalmente mais seguros, como os europeus.

- Segundo o professor de Finanças do IBMEC-Rio, Gilberto Braga, uma solução para o país ficar menos vulnerável à guerra cambial é a baixa de juros. “Isso não é aplicável agora porque a despesa do governo está alta”, opina.

- Como outras tentativas de se defender da crise, o governo brasileiro tem tomado medidas como retomada da cobrança do Imposto de Renda sobre os ganhos dos investidores estrangeiros que aplicam em títulos públicos e uma taxação maior do IOF nos investimentos externos em ações.

- “Outra solução pode vir do próprio G-20. Em reunião preparatória no ano passado, equipes econômicas dos governos falaram em estabelecer regras para que o câmbio não seja tão alterado”, explica GIlberto Braga.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Dilma se reúne com Palocci e Dutra no feriado de Finados

Publicada em 02/11/2010 às 12h02m
Isabel Braga - O Globo; Reuters
BRASÍLIA - A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), está reunida desde o final da manhã desta terça-feira, feriado de Finados, em sua casa em Brasília com integrantes da sua equipe de transição, como o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra. Eles não falaram com a imprensa ao chegar ao local. ( Leia também: Jornais ingleses demonstram preocupação com governo Dilma )
Segundo assessoria de imprensa de Dilma, eles terão mais uma reunião para desenhar a agenda de transição do governo antes de a presidente eleita tirar alguns dias de folga. ( Lula não quer Palocci no Planalto e nem na equipe econômica; Mantega e Gabrielli têm nome certo no governo Dilma )
A petista viaja na quarta-feira e descansa até domingo. É possível que Dilma passe o período em Porto Alegre, ao lado da filha Paula e do neto Gabriel, mas o destino não foi confirmado pela assessoria. Ela mesma chegou a dizer na segunda-feira que seu destino é "segredo de Estado".
( Veja o especial sobre a Era Lula )
( Confira o especial sobre a trajetória de Dilma Rousseff )
( Qual deve ser a prioridade do governo Dilma? Vote )
( O que você gostaria de dizer para a próxima presidente? Mande sua mensagem )
( As promessas de Dilma )
Ainda nesta terça-feira, Dilma concede entrevistas para as emissoras Band e SBT. Na segunda, ela deu entrevistas à Record, Globo e RedeTV! . Dilma optou por essas mídias e não concedeu ainda uma entrevista coletiva a toda a imprensa.
Depois, a presidente eleita irá acompanhar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Seul , na Coreia do Sul, para reunião do G-20, onde ele vai apresentá-la à comunidade internacional. A reunião será entre 11 e 12 de novembro.
Leia mais:Palocci deverá ser coordenador da equipe de transição de Dilma
Equipe de transição já discute câmbio no governo Dilma
Escolha de Dilma para o BC será estratégica e sinalizará política cambial
Dilma já começa a montar sua equipe: nos bastidores, nomes como Paulo Bernardo, Palocci, Cardozo e Pimentel

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ANP: novo poço pode ter mais petróleo que toda reserva do País




A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) confirmou nesta sexta-feira que o volume recuperável de petróleo na reserva pré-sal de Libra pode variar entre 3,7 bilhões e 15 bilhões de barris, sendo a estimativa mais provável de 7,9 bilhões de barris, de acordo com avaliação da certificadora Gaffney, Cline & Associates. "É importante destacar que somente este prospecto de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo", afirmou a ANP em nota.
O poço situa-se a 183 km da costa do Rio de Janeiro, em lâmina de água de 1.964 m. No caso de se confirmar a faixa mais alta da estimativa, Libra pode se configurar como a maior descoberta de petróleo no mundo desde 2000, quando o Cazaquistão identificou 17,2 bilhões de barris na área de Kashagan.
A reserva também superaria a área de Tupi, a principal no Brasil já descoberta, com reservas recuperáveis estimadas entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente.
"É importante destacar que somente este prospecto de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo", afirmou a agência, em comunicado.
Libra é uma área da União não-licitada e deverá integrar o primeiro leilão de reservas do pré-sal a ser realizado pelo governo, talvez em 2011, dentro do novo marco regulatório, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso. A área não está incluída na cessão onerosa, como foi chamado o repasse pela União de reservas de petróleo à Petrobras em uma troca indireta por ações da companhia.
No entanto, a Petrobras, segundo o modelo no novo marco regulatório, seria a operadora única do pré-sal e teria participação mínima de 30% em todas as áreas que vierem a ser licitadas no futuro. De acordo com a ANP, até o momento, a profundidade atingida no poço em Libra é de 5.410 m, com 22 m perfurados no pré-sal. A profundidade final prevista, de cerca de 6.500 m, é estimada para ser alcançada no início de dezembro. Antes da eleição
O anúncio da ANP, feito dois dias antes do segundo turno das eleições, não surpreendeu alguns integrantes do mercado, que trabalhavam com um número para Libra semelhante ao cenário mais provável citado pela agência (7,9 bilhões de barris), como o próprio governo havia comentado anteriormente.

Mas o fato de a agência divulgar oficialmente uma estimativa foi considerado positivo, pois pode dar mais transparência para um eventual leilão no futuro.
"Nenhum bloco poderia ir para licitação sem ter anunciado o volume potencial desse bloco... Então acho que fica mais claro para o investidor o que ele está comprando", afirmou o analista da SLW Corretora Erick Scott, ponderando que a estimativa da ANP traz um intervalo muito largo.
Mesmo assim, ele considerou positivo o anúncio. "É diferente participar (de um leilão) e arrematar por um valor sem saber se vai achar petróleo. Agora não, pode participar sabendo que lá pode ter até 15 bilhões de reservas", acrescentou.
Para Scott, um leilão de Libra, mesmo que a Petrobras tenha 30% do bloco, como indica o projeto do novo marco regulatório, poderia atrair investidores e atingir patamares bilionários.
O analista Nick Chamie, do RBC Capital Markets, destaca que a sequência de descobertas de grandes reservas no Brasil funcionará como um catalisador positivo para o crescimento econômico do País, com a atração de investimentos.
"O crescimento vai seguir acima do potencial de 4,5% nos próximos 5 anos, levando a forte investimento, grande fluxo de capital e firme ciclo produtivo para meados da década", afirmou em nota o RBC, fazendo a ressalva, no entanto, que esta conjuntura continuará a estimular um fortalecimento do real. Pré-sal
As reservas da camada geológica do pré-sal estão entre as maiores do mundo. O governo estima que os blocos na região podem conter entre 50 bilhões e 80 bilhões de barris, ou seja, cinco vezes as atuais reservas comprovadas do País. O maior campo identificado até então era o de Tupi, onde a Petrobras calcula que possa recuperar entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo e gás natural.
O poço de Franco possui um volume de petróleo recuperável de 4,5 bilhões de barris. Iara, de propriedade da Petrobras, abriga reservas de entre 3 bilhões e 4 bilhões de barris. Guará deve ter volume de óleo recuperável na faixa de 1,1 bilhão a 2 bilhões de barris de petróleo leve e Parque das Baleias, entre 1,5 bilhão a 2,5 bilhões.
Com informações da Reuters.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Países árabes pedem que EUA investiguem denúncias feitas por Wikileaks


Plantão | Publicada em 25/10/2010 às 10h49m
BBC Wikileaks sugere que EUA ignoram denúncias de abusos no Iraque

O Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, grupo que inclui seis países árabes, pediu aos Estados Unidos que investiguem detalhes de supostos abusos que teriam sido cometidos contra os direitos humanos no Iraque veiculados no site especializado em vazamento de informações Wikileaks.
Os documentos do site sugerem que as Forças Armadas americanas ignoraram casos de tortura praticada pelas tropas iraquianas, além de se omitir de "centenas" de mortos de civis em postos de controle.
Em um comunicado, o secretário-geral do grupo, Abdulrahman al-Attiyah, disse que os EUA são responsáveis pelas supostas torturas e assassinatos.
O conselho é formado pela Arábia Saudita, Kuwait, Oman, Catar, Bahrein e Emirados Árabes.
O Pentágono disse que não tem intenção de reinvestigar os abusos.
O material divulgado pelo Wikileaks - considerado o maior vazamento de documentos secretos da história - comprova que os Estados Unidos mantiveram registros de mortes de civis, embora já tenham negado esta prática.
Ao todo, foram divulgados registros de 109 mil mortes, das quais 66.081 teriam sido civis.
No fim de semana, o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, acusou o site de tentar sabotar suas chances de reeleição e criticou o que chamou de "interesses políticos por trás da campanha midiática que tenta usar os documentos contra líderes nacionais".
Maliki, representante da etnia xiita, tenta se manter no poder depois das eleições parlamentares ocorridas em março, no qual nenhum partido obteve maioria. As negociações entre as diversas facções para formar uma coalizão prosseguem.
Seus oponentes sunitas dizem que os papeis divulgados pelo Wikileaks destacam a necessidade de estabelecer um governo de coalizão, em vez de concentrar todo o poder nas mãos de al-Maliki.
Tortura
Muitos dos 391.831 relatórios Sigact (abreviação de significant actions, ou ações significativas, em inglês) do Exército americano aparentemente descrevem episódios de tortura de presos iraquianos por autoridades do Iraque.
Em alguns deles, teriam sido usados choques elétricos e furadeiras. Também há relatos de execuções sumárias.
Os documentos indicam que autoridades americanas sabiam que estas práticas vinham acontecendo, mas preferiram não investigar os casos.
O porta-voz do Pentágono Geoff Morrell disse à BBC que, caso abusos de tropas iraquianas fossem testemunhados ou relatados aos americanos, os militares eram instruídos a informar seus comandantes.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mundo terá grandes secas nos continentes, diz pesquisador

Postado por Erick Oliveira

DA FRANCE PRESSE
Os Estados Unidos e vários países de grande população enfrentam uma ameaça crescente de grave e prolongada seca nas próximos décadas, segundo um estudo do Centro Nacional Pesquisa Atmosférica norte- americano (NCAR, na sigla em inglês).
O aumento das temperaturas, combinado com a mudança climática, provavelmente criará um ambiente mais seco em todo o planeta nos próximos 30 anos, afirma o cientista Aiguo Dai, coordenador do estudo e das projeções.
Veja ranking das regiões mais vulneráveis a mudanças climáticas
Biodiversidade global diminui 30%; países tropicais tiveram maiores perdas
Crescimento de plantas cai com secas causadas por aquecimento global
De acordo com Dai, existe a possibilidade que em certas regiões a seca alcance proporções incomuns e até mesmo nunca vistas na era moderna.
O estudo tem como base 22 modelos climáticos virtuais, um amplo índice de medidas de condições da seca e uma análise de estudos já publicados.
O trabalho conclui que a maior parte da América, Europa, Ásia, África e Austrália podem ser ameaçadas por secas extremas durante o século.
Já as regiões situadas em latitudes elevadas, do Alasca a Escandinávia, se transformarão provavelmente em zonas mais úmidas, segundo as projeções.
"Enfrentamos a possibilidade de seca extensa nas próximas décadas, mas isto ainda não é plenamente reconhecido pela população e pela comunidade que investiga as mudanças climáticas", advertiu.
"Se as projeções deste estudo estiverem perto de concretizar-se, as consequências para as sociedades no mundo seriam gigantescas", destaca o cientista.
Dai alertou que as conclusões do estudo são baseadas nas melhores projeções atuais das emissões de gases que provocam o efeito estufa sobre a Terra.
O que realmente acontecerá nas próximas décadas dependerá de muitos fatores, incluindo as futuras emissões de gás carbônico, assim como os ciclos climáticos naturais, como a corrente marinha do fenômeno El Niño.

Redação FOLHA ONLINE

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Site do PDT/MS no Painel do Paim

Para acessar o site do PDT, clique no seguinte LINK:

http://www.pdt.org.br/